quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Gravando SST27SF512 no gravador TL866SC

A tempos atrás me deparei com um problema na utilização da memória flash 27SF512, não tinha santo que fizesse funcionar no gravador, uma das soluções foi comprar um memória flash nova para tirar a dúvida e mesmo assim continuava a informar um erro, porém um "erro" diferente agora. Se você estiver tendo problemas com a leitura e ou gravação de Cis neste gravador, vale a pena dar uma olhadinha no vídeo a seguir.




terça-feira, 27 de agosto de 2013

Descarregador de capacitor eletrolítico

Parece bobagem, mas para muitos descarregar um capacitor eletrolítico para a segurança de um repara ou tomada de medidas no circuito, faz uma grande diferença entre queimar o componente, a ferramenta, e executar o serviço sem se preocupar.


O circuito é bem simples, tratasse de diodos em contra fase para alimentar dois leds indicadores, e somado ao resistor de 470R 2W, criando uma carga resistiva com indicação de que no capacitor em questão ainda há ou não a presença de tensão, notem que não há polaridade no circuito, de qualquer lado que se encostar nos terminais do capacitor, um dos leds se acenderá indicando tensão no capacitor.

A dimensões da placa estão nas imagens a seguir: Clique na imagem para aumentar.
 

A caixa para a montagem pode ser uma CR043 do fabricante PATOLA, e também pode-se cria rum logo e etiqueta para a caixinha, como na próxima imagem.

Este circuito é interessante se o aparelho que que estivermos trabalhando seja, um inverter de lampadas de back light, ou até mesmo os capacitores dos circuitos de flash utilizados em câmeras fotográficas.

Abraço a todos e boas montagens.


Carga eletrônica ajustável (Dummy load)

O circuito se destina a funcionar como uma carga resistiva sobre o circuito em teste, nele podemos dosar a corrente sobre o resistor shunt de carga do circuito em questão (este resistor shunt, poderá ser configurado com vários resistores em série e paralelo e até mesmo fixados no dissipador, para configurar apenas um resistor, mas com dezenas de watts de dissipação)

Clique na imagem para aumentar
Nossa placa foi inspirada no circuito acima, (imagem sem autor, origem busca do Google), fizemos algumas modificações, como o acréscimo de uma regulador de 5 volts e dispomos os componentes para facilitar a fixação da placa a um dissipador, na imagem abaixo é mostrada a placa em funcionamento, é só ligar a alimentação pelo plug P4 (estou usando uma fonte de 12V 1A) e ajustar o trimpot, para um lado o FET conduz menos e para o outro ele satura, ficando toda a corrente sobre o resistor shunt.


Circuito que estou utilizando para realizar os testes nos kits de fonte que estou produzindo, a maioria é máximo de 5A porém a carga do jeito que está nos arquivos suporta até 10A e 55V, mas se utilizar um FET com características maiores, tanto na tensão e corrente poderão conseguir outros resultados.

Foto da plaquinha montada em um cooler de processador Athlon 6000+ é indicado para processadores com temperatura de até 120W, então fico preso em fazer as medições de 20V por 5A sem problemas.
Uma vez a placa fixada no dissipador, basta ligar um cabo que suporte a corrente ajustada e ligar a saída da fonte, note nas imagens que utilizei dois pedaços de cabo flexível de 2,5mm.


Na placa também há um conector com os respectivos pinos ( GND, A , GND, V, GND e +12V) destinados a ligação de um circuito Voltímetro e amperímetro, assim teremos a indicação da tensão e da corrente da carga ajustada. 

O ajuste é um trimpot de 10K modo grosseiro, mas dá para ir ajustado o consumo da carga e visualizando a corrente de consumo e a tensão da fonte em testes, utilizo um painel genérico de tensão e corrente, alimentado diretamente da plaquinha da carga. O voltímetro utilizado é este aqui,  mas a maioria dos módulos que disponho tem essa configuração de pinagem. 

Quem quiser montar, abaixo o link do arquivo pdf com o tamanho certo da plaquinha, alterando o FET da carga e ou o resistor shunt também pode-se criar uma carga para fontes das TVs para se analisar flutuação ou o desame da fonte de acordo com a corrente da cara ajustável.

O arquivo com o layout em maior qualidade pode ser baixado Aqui.

Fora feito algumas placas de testes do equipamento, ainda temos algumas placas (somente a plaquinha sem os componentes) se for do interesse, poderá ser adquirida em nossa loja Aqui.

Lista de material da nova placa, com as indicações que estão na placa.

R1 = 10K SMD 0805
R2 = 2K2 SMD 0805
R3 = 4K7 SMD 0805
R4 = 5K2 SMD 0805
R5, R6 e R7 = 000 JUMPER SMD 0805
R8 = 0,1 OHMS 5W FIO (Montar do lado da placa que vai ficar encostado no dissipador)
C1 = 10uF á 47uF 16V Eletrolítico
C2 = 100nF / 50V cerâmico SMD 0805
IC01 = LM358 SMD soic08
IC02 = AMS 1117- 5.0 Regulador de 5V 1A SOT223
Q1 = IRFZ3205 (ou qualquer um que tenha a RS mais baixa possível) montar do outro lado da placa.
P1 = 1K trimpot multivolta (ajuste fino)
P2 = 10Ktrimpot comum (ajuste grosso)
LED1 = LED VERDE SMD 0805 (indicador de fonte de 5V do controle da carga)
LED2 = LED VERMELHO SMD 0805 (indicador da tensão da carga)
CN1 = Conector de barra, 2 terminais com parafuso (para ligar a saída da fonte em teste)
CN2 = Plugue P4 fêmea (alimentação de 12V da placa de controle)
VENT = Terminais para ligação do cooler do controlador, 12V.

Pinos auxiliares:
G = GND
A = Voltímetro escala de 2V (indica a corrente da carga)
G = GND
V = Vóltímetro (Escala máxima de acordo com o máximo do FET utilizado) indicar a tensão sobre a carga.
G = GND
+ = +12V

Adaptador TA8227P vs BA5417

Placa adaptadora que converte o TA8227P para se inserido no lugar do BA5417.

A pinagem da plaquinha coincide com a pinagem do integrado BA5417, assim basta inserir a plaquinha montada no lugar do antigo BA5417.

Os arquivos completos (Eagle, PDF, datsheet etc) podem ser baixados Aqui.


Os parâmetros do dois integrados é basicamente parecidos, assim n falta do BA5417 original podemos calçar o aparelho portátil de som, para que trabalhe com o TA8227p, embora com uma potência reduzida, mas igualmente satisfatório.

Gravador de EEPROM PonyProg serial

Gravador serial, bem simples de se construir, utilizado com o programa PonyProg, funciona com a tensão da porta serial, algo entorno de quase 5V, para utilizar a tensão de 3V sob o eeprom, pode-se deixar o pino de +vcc fora do soquete e ligar uma tensão de 3V no pino +vcc e GND.

O arquivo PDF do layout da PCB, de maior qualidade poderá ser baixado Aqui.

A antiga plaquinha que era montada na loja:


Boa montagem!

Teste de Flyback simples

Diagrama original do teste de flyback, revistar Saber Eletrônica:

Clique na imagem para aumentar
Os pontos GND, X1 E X2  (pinos 1,2 e 3 na placa) são as pontas a serem ligadas ao flyback em teste ou a uma defletora, conecta-se X1 em um  pino do flyback e com o X2  passamos a verificar os enrolamento, lembrando que ao fecharmos o circuito com o enrolamento, tanto principal como secundário, dá-se uma deflexão no ponteiro ao fundo de escala caracterizando que esta bom pois oscilou o circuito ,  isso sendo ajustado pelo trimpot de 10k. (este pode ser alterado para 100k, afim de se obter um melhor ajuste de fundo de escala)

Se houver uma deflexão rápida indo ao fundo de escala e retornando a zero significa curto, assim teremos
um enrolamento em curto com o outro ou simplesmente um espira em curto. A ponta “ GND” liga-se ao pino de ABL, pois se houver problemas ao circuito interno do fly-back caracteriza curto no VU.


Para analisar bobina defletora usamos apenas as pontas X1 e X2, com suas respectivas garrinhas nas pontas, para o enrolamento do vertical temos uma deflexão ao máximo, pois se estiver ok, fará com que o oscilador funcione e haja a deflexão do ponteiro, também temos uma meia deflexão o que representa algumas expiras em curto isso será melhor entendido por meio de comparação de um bom, ai qualquer valor indicado acima ou abaixo ascenderá um alerta ao usuário.

O enrolamento do horizontal se comporta como os enrolamento de um flyback, enfim concluí-se um circuito
simples e usando como base um oscilador L/C que são osciladores bem sensíveis a alterações nos circuitos
indutores e outros que o fação a não oscilar.

Arquivo PDF com melhor qualidade baixar Aqui. (para baixar no 4 share tem que estar logado)

Boa Montagem!

Reator eletrônico

Típico dia de chuva, não tem o que fazer, bora a destrinchar o circuito de pequenos reatores de lâmpadas fluorescentes, abaixo dois circuitos dos inversores de lâmpadas econômicas, notem a simplicidade e ai fica fácil entender o porque de não durarem tanto. 
O circuito é auto oscilante e tal arranjo é bem feito nas coxas, afinal para que gastar componentes extras para estabilizar a frequência de trabalho, se a duração será baixa, afinal oscilou, faz-se luz.

Clique na imagem para aumentar
 Notem que no circuito abaixo melhoraram um pouco a tensão de start do oscilador, porém reduziram no custo dos transistores chaveadores, MPSA42 não suporta a corrente do circuito, esta tem sua duração inferior a 1000 horas.
Clique na imagem para aumentar
 Mesmo sendo de baixo custo estes reatores e lâmpadas, são ótimos fornecedores de material eletrônico, já que dispõe de alguns capacitores miniaturas de tensão alta, chaveadores de mais de 300V, enfim conseguir meia dúzia de componentes para fonte chaveada, e projetos que exijam componentes que trabalhem em tensões altas, pagando menos de 10 reais por isso, vale a pena sim, em caso de não se conseguir no comércio local, não é verdade?

Play PIC16F84A ou 16F628A

Placa de treinamento para micro controladores de 18 pinos PIC16F84A ou 16F628A, contém, display de 7 segmentos catodo comum, 8 leds com jumper de seleção entre o display e os leds, 3 leds extras para indicação de função, 1 drive de controle de carga para lâmpada de filamento ou LED branco, selecionável por jumper.


1 botão de Reset, 4 botões nos PORT "RA", conector P4 para fonte externa, regulador interno de 5V, conector ISP de conexão com qualquer gravador de PIC, o básico de uma protoboard de treinamento físico, para treinar o comando de Port do PIC, PWM, seleção de rotinas, multiplexação de Leds etc.

"Nota do autor:


Placa laboratório proposto pelo autor do livro "Desbravando o PIC - Ampliado e atualizado PIC16F628A" por David José de Souza.

A placa servirá para os treinamentos e projetos presentes no livro, e também é possível utilizar outros PIC de 18 pinos assim aumentando o leque de experimentos.

O diagrama elétrico da placa se encontra na página 263 do livro descrito acima, que por direitos autorais não posso colocá-lo no tópico. Aos interessados sugiro a aquisição do livro ou veja se consegue com alguém o diagrama.

O restante é montar e colocar as idéias e treinos em prática, uma Board bem simples, mas com periféricos que fazem com que ela sirva desde simples comando de leds a multiplexagem de display. (foi acrescentado por mim o conector P4 e a parte da fonte regulada de 5V).



 Arquivo PDF com melhor qualidade baixar AQUI, Se gostou comente ai!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

ELEX breadboard (placa de furação universal)

Comentada em muitos artigos da revista Elektor, essa placa de furação universal, fora um dos primeiros modelos de placas com o intuito de acomodar circuitos integrados, os primeiros MCU, pois o desenho de suas trilhas facilitam e muitos a inserção de todos os componentes para o funcionamento de microcontroladores, reguladores de tensão etc.



Trago a proposta de uma versão menor conservando o desenho do autor e disponibilizando o arquivo de layout no fim da página, para que quiser se aventurar na fabricação. Apelidei a placa de "nanodevice" Placa aqui, pelo fato de ser a metade da versão original e ideal para pequeno projetos de meia dúzia de componentes.

Arquivo PDF para download do arquivo da Placa Aqui: (para download no 4share é preciso estar logado ou inserir um e-mail válido)


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Pony Prog - O velho cavalinho dos eeprom e outros MCUs

Mesmo com a chegada de diversos circuitos open source de gravadores USB, o antigo software da LANCO's continua forte e firme com seus gravadores seriais, desde os mais simples aos mais elaborados, uma vez que sua interface gráfica e sua estrutura de I/O amigável sem dúvida faz com que seja a opção salvadora nos momentos de crise com os novos gravadores.
Isso acontece devido ao longo de 10 anos ou mais, a maioria dos estudantes, e profissionais, estiveram utilizando-o dia após dias, o que em um piscar de olhos se domina todas as configurações e funções, seja para simples CIs de barramento i2C, MCUs PIC e AVR, e os SPI flash eeprom. A clareza das caixas de configurações fazem com que se torne o programa mais quebra galho da estação de trabalho, pois é uma ferramente que pode chegar aonde diversos outros software, não chega ou que seja complicado entender e utilizar.

Hoje ainda devemos manter este programa em nossos computadores, mesmo que não se tenha o programador físico, pois todo técnico em eletrônica que buscou e formou seu banco de dados de eeprom, certamente terá milhares de arquivos em formato "e2p" (leia-se: extensão comum em que o programa salva os arquivos), e mesmo agora com o seu novo e super gravador universal USB, windows 8, vai precisar atualizar ou gravar aquele eeprom de um eletro-eletrônico, mas tem em mãos o arquivo com extensão e2p.

Os softwares atuais, utilizam das mais utilizadas duas mais comum, extensão "Bin" ou "hex" e a extensão "e2p" como outras não são vistas pelo o software do gravador novo, uma solução simples, é pegar novo velho e bom programinha PONYprog, abrir o arquivo do eeprom salvo em e2p, e com o arquivo aberto, salvá-lo novamente, só que desta vez, devemos escolher na caixa drpo-&-down de extensão o formato "bin" ou "hex" que será aceito pelos programas dos gravadores novos.

O circuito do gravador, pode ser encontrado aos montes pela internet afora, seja o arranjo do gravador de eeprom, aos gravadores de PIC e AVR, circuitos que funcionam na porta serial e ou paralela, tem suas limitações, porém sabendo utilizá-las e ter um pouquinho de paciência, supera gravadores mais fodões do mercado.

Muita gente reclama que o eeprom não é reconhecido e ou que não grava etc, mas reclamar é muito fácil, botar a caixola para funcionar é o que leva um certo tempinho, no site e fórum de eletrônica, sempre se comentou sobre o gravador, existem aos milhares informações sobre os gravadores seriais, então é sentar e ler muito, o que o leitor precisa estar ciente quando for utiliza rum gravador serial, um arranjo caseiro e ou até mesmo comprado pronto, é que existem algumas regras da informática que são diferentes da eletrônica.

Como por exemplo, a tensão da porta serial, é coisa de poucos miliamperes, diria que é algo na sa de 10mA ou até menos, assim aquele arranjo do gravador feito com buffers amplificadores, dá menos erro que os que utilizam a tensão da própria porta de comunicação, se na hora que estiver lendo o arquivo do eeprom, faltar ou cair muito a tensão das linhas de comunicação, vai dar erro, muitos deles apontam a causa e mostra uma solução a ser tomada, ver lista de erros aqui

Algumas dicas sobre o programa e o gravador serial:

- Versões mais novas só trabalham em windows 32bits.
  (se seu windows é 64bits, instale a ultima versão em um windows de 32bits e após copie toda a pasta do PONY que foi instalada e cole no mesmo diretório, em seu windows 64bits, depois é só criar um atalho para o executável do programa na área de trabalho) O executável funciona no SO 64bits, o problema está no instalador que não funciona.

- Leitura de eeprom 8bit e 16bit
 (os sinais em 16bit são mais influenciados quando há uma variação muito grande na amplitude dos sinais/tensão de alimentação do CI, mesmo estando utilizando um gravador com buffer e tensão externa, pode-se limitar esta tensão de Data e Clock, colocando um led amarelo e um resistor de 1K no pino de clock, isso manterá uma tensão estabilizada na tensão nominal do led amarelho que é algo entorno de 2,3V)

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Erro de escrita - EEPROM

Olá, companheiros hoje trago mais informações sobre eeprom teimosas que mesmo após gravadas e ou regravadas com dados vazios tornam a apresentar seus dados corrompidos e ou falhos causando "n" problemas nos aparelhos em que ela está, seja por defeito externo (descarga atmosférica, curtos e sobrecargas da rede elétrica) e avarias interna no chip, nós da Virtuatec em pesquisa sobre o assunto e com nossa vasta coleção de Cis eeprom com defeitos, a qual guardamos para estudos futuros e agora é a hora de estudá-los e repassar informações da causa e como contorná-la, pois nem sempre o culpado é o CI eeprom e sim detalhes nos gravadores de eeprom e configurações nos programas, e daremos inicio falando um pouco a respeito dos eeprom que reincidem com dados corrompidos.

Clique na imagem  para expandir
Na maioria das vezes recomendamos selecionar a capacidade do eeprom que em nosso exemplo é uma 24C16 8bits setar todos os dados na função "clear buffer" e iniciamos a gravação dos dados em branco, para que não fique resto de dados no eeprom e evitar que eles venham comprometer a nova gravação com dados corretos, notem na imagem acima que no endereço "0000B0" há um dado de valor fixo que o programa não consegue reescrevê-lo.

Muitos tem a mania de ler o eeprom e logo em seguida regravar novamente os mesmo dados, isso é incorreto, não faça isso, pois poderá estar ocultando problema na memória, uma vezes que recolocar os mesmo dados o programa não irá reescrever encima das áreas defeituosas pois irá comparar os dados e um vez sendo o mesmo não há realocação dos bits nos endereços, por isso que uma vez setando os dados em "FF FF" estaremos enviado para todo os endereços e já estão preenchidos bits diferentes, e o programa irá sobre-escrevê-los e se o endereço estiver danificado o programa passa ao endereço seguinte até o final e lhe informará "erro de escrita" ou erro de verificação.

Em funcionamento no aparelho tudo irá funcionar corretamente, até que o microprocessador do aparelho venha escrever dados novos na memória e quando chegar no endereço defeituoso irá entrar em loop eterno na tentativa de ler e escrever encima do endereço defeituoso e isso provocará inúmeros defeitos e má funcionamento das funções etc.

Para admitirmos que o CI está realmente bom, é necessário ter um gravador de eeprom, apropriado e que possa além de transferir alimentação e os pulsos corretamente para o eeprom e fazer uma bateria de testes de leitura e escrita, pois nem sempre o gravador mais caro e ou com maior corrente e tensão nominal a tensão do trabalho do eeprom dará certo, estamos trabalhando em soluções para gravadores já existentes, e de acordo com as descobertas já empregamos as soluções em nossos produtos aos quais já conseguem ler eeprom de a família de 16 bits do 24C16 ao 24C512.

Por hora ficamos por aqui, confiram sempre nossa área de suporte técnico e o guia e dicas, frequentemente estaremos trazendo mais informações para auxiliar a todos.


Tabela de erros do PonyProg

Tabela de erros mais comuns: 

Eeproms utilizadas nos testes e simulação de defeitos e erros;Fabricante: ST 
Código do CI I2C: 24C01 A (5V)Encapsulamento: DIP 8 

Fabricante: 
ST 
Código do CI I2C: 
24C04 (5V)
Encapsulamento: DIP 8
Fabricante:  ROHM
Código do CI I2C: BR24C04 (5V)Encapsulamento: DIP 8
Fabricante: ST 
Código do CI I2C: 
24W04 - 1  (5V)
Encapsulamento: DIP 8
Fabricante: ST 
Código do CI I2C: 24C16  (8bits) 5VEncapsulamento: DIP 8
Fabricante: ATMEL
Código do CI I2C: 24C16 - 1  (16bits) 3VEncapsulamento: DIP 8
Fabricante: ATMEL
Código do CI I2C: 24C32 (16bits) 3VEncapsulamento: DIP 8

Avisos do programa:
DEVICE NOT RESPONDING ; (dispositivo não responde)

- CI colocado errado no soquete, CI danificado, cabo do gravador desconectado
- CI fora do soquete
- Posição invertida
- CI mau encaixado
- CI danificado
- Cabo longo demais
- Alimentação baixa
 

ERRO 9 

 - Operação ou configuração não suportada, verificar configuração do dispositivo
 

Bus busy or hardware error (-11) (tráfego de dados ocupado, falhou ou erro no gravador)

- Conector DB09 deformado ou que não encaixa corretamente na porta COM do computador (inspecionar visualente os pinos 3, 4, 5, 7 e 8 do conector) na falha de alguns desses pinos será informado este erro, mesmo não havendo o ci no soquete do gravador, encaixe corretamente o conector ou na dúvida trocar.
- Cabo do gravador desconecado,
- Gravador com curto na linha data e ou clock
- Eeprom não suportado pelo programa e ou pelo gravador
- CI falsificado e ou eeprom de 3V (as vezes antecedido com ERRO 13)
- Sem CI no local
- Posição do CI
- Sem sinal nos pinos 4 e 8 do conector serial (DATA do eeprom) ver o valor do resistor em série.
- CI danificado


 MISSING ACKNOWLEDGE FROM DEVICE (-12)

- Proteção de escrita e ou leitura ativada (checar o estado do pino 7)
 

MISSING DEVICE (ERROR 13) (dispositivo não selecionado ou não reconhecido)
- Eeprom de 16 bits na opção de 8 bits
- Erro interno no endereçamento dos dados no eepom, faz leitura, mas informa erro na hora de confirmar
- Gravador não adequado para eeprom de 16 bits
- Dados a serem gravados são maiores do que o eeprom suporta
- Alerta sobre direitos autorais da escrita do código a ser gravado.
- Tensão do eeprom errada checar se é 3V ou 5V.
 

HARDWARE ERROR, IS THE BOARD PROPERLY CONNECTED? (-14) 

- Cabo do gravador quebrado
- Utilização de adaptadores USB (não compatíveis com o PONY)
- Portas seriais emuladas de placas onboard (não compatíveis com o PONY)
- Porta serial de adaptadores PCMICIA (não compatíveis com o PONY)
- Tensão baixa do barramento i2C causando atraso no envio e recebimento dos dados
> Utilize alimentação externa
> Verificar ganho e pariedade dos transistores de pull-up
> Caso esteja utilizando a opção EASY i2C I/O e conforme o hardware utilizado
marcar as opções em SELECT POLARITY OF THE CONTROL LINES
COMMUNICATION PORT NOT AVAILABLE (-16)
- Porta de comunicação bloqueada no windows
- Drive da porta danificado ou removido
- Sistema operacional não compatível com o programa e drives.


i2C BUS STOP CONDITION ERROR (BAD TIMING?) (-20) (Luiz Schiavinato)
- Configuração errada da velocidade dos dados a serem transmitidos e recebidos pelo cabo ou conector do gravador de eeprom
- Cabo de comunicação muito longo e ou fino (sem blindagem)
 
DEVICE MISSING OR UNKNOWN DEVICE (-24) 

- Alerta de direitos autorais
- Proteção dos arquivos a serem gravados
>Utilize a opção "IGNORE"



Fluxo pastoso

Salve amigos eletrônicos e Cia, abaixo ilustraremos uma dica valiosa para com o fluxo pastoso, aquele tão “caro” e precioso, mas que com ele fazemos uma invejável soldagem, que além de boa aparência nos dará velocidade na hora do reparo e ou montagem dos componentes na placa de circuito impresso.

Para nossa empreitada, utilizaremos uma seringa  comum de 20ml com agulha fina de metal, se caso conseguir uma mais grossa não tem problema, se bem que a fina funcionará muito bem para essa finalidade.




Notem que cortamos a agulha com aproximadamente 1 cm de comprimento, pois o fluxo sendo pastoso, no dias frios ele tende a ficar mais sólido, ficando extremamente difícil de passar pela agulha fininha, sobre isso trataremos logo mais, com a agulha pronta, iremos agora envazar o fluxo da seringa original para a nossa de 20ml.




Para empurrar o êmbolo utilize um objeto que tenha aproximadamente o mesmo diâmetro interno da seringa, pois se o êmbolo virar na hora de empurrar o mesmo vai fazer uma baita sujeira e desperdiçar fluxo, após passar o conteúdo de uma seringa para a outra, basta retirar o ar interno e testar, será preciso um pouquinho de força no dedão para fazer o fluxo passar pela agulha fina, mas o que vai sair é o suficiente para realizar uma boa soldagem e com o benefício de economizar na aplicação.




Uma dica boa na utilização no dia a dia é deixar a seringa em um local aquecido para que o fluxo ficando mais amolecido saia pela agulha fina, mais facilmente e sua aplicação seja mais prática, sempre deixamos nossa seringa encima do suporte do soldador da estação de solda, o calor que emana do soldador quando no suporte é o suficiente para deixar o fluxo menos pastoso.

Também com isso pode-se sempre ao término do trabalho puxar o êmbolo de volta para que não se corra o risco de fluxo amolecer demasiadamente e vazar pela agulha, causando desperdícios e ou acidentes.




Pelos anos utilizados, podemos atestar que dura muito tempo com esse método acima mesmo se tratando de um produto não tão corriqueiro na bancada do montador e ou reparador, por aparentar ser um produto caro, se pegarmos o valor de 10g e dividir, por exemplo, 18 meses o preço final é pequeno diante dos benefícios trazidos.
Já tive seringas com aproximadamente 2 anos e mesmo estando com um ano de vencimento o produto continuará tão eficaz com de início, hoje não ficamos sem, tanto nas montagens como nos reparos, pois além de ficar um excelente trabalho de soldagem, ganhamos velocidade no trabalho.
Por hora é só pessoal, tendo mais detalhes e dicas atualizaremos a página.


Márcio R. Ortolan

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

ICL7107 guia de montagem

ICL7107 - INTERSIL - MÓDULO ANALÓGICO / DIGITAL PARA VOLTÍMETRO E OU AMPERÍMETRO (E OUTROS)


(Para melhor ver os detalhes das imagens, abrir em nova aba ou janela - A página poderá demorar para carregar devido ao tamanho das imagens)
Conversor Analógico - Digital, 3 dígitos e meio, display LED de sete segmentos, alta performance e necessitamos de poucos componentes externos, uma vez que dentro do CI, encontramos o decodificador de sete segmentos, drives do display, e o gerador de Clock, ao qual falaremos mais adiante.
 Mais informações poderão ser conseguidas no site do fabricante INTERSIL, datasheet a seguir:
https://www.intersil.com/content/dam/Intersil/documents/fn30/fn3082.pdf

Os pontos identificados na placa: Pino1 = In(-) Pino 2 In(+) entrada de tensão (o In- tem ligação direta com o GND interno do ICL, então cuidado com as combinações de leitura com o módulo, quando o mesmo tiver por exemplo o GND compartilhado com a tensão a ser medida, principalmente em fontes simétricas).

Pino 3= +5V vcc, Pino 4 = GND Pino 5= -5V vcc e os 4 pontos sob os display, são as ligações dos pontos, ligados ao pino próximo ao pino 20 do ICL, use um pedaço do fio para essa ligação, conforme a quantidade de casas decimais.
Na página do ICL7107 encontramos outros documentos auxiliares, ao qual fornecerá aos montadores, detalhes de aferição, ajustes iniciais, upgrades e até mesmo a utilização deste módulo para outras funções, tais como, voltímetro, amperímetro, termômetro, etc.
Sem mais delongas irei mostrar nas sequências de fotos abaixo, detalhes da montagem de KIT universal (nesta matéria iremos abordar o voltímetro).
Nas figuras abaixo, podemos ver claramente a placa de nosso voltímetro (poderá ser adquirida clicando AQUI) ao qual iniciamos pela inserção dos resistores, detalhe ao resistor R2 de 24K ohms, este poderá ser conseguido, associando dois resistores em série, um de 22k ohms e outro de 2k2 ohms, o que ficará bem próximo do valor sugerido pelo fabricante do ICL7107.

Adendo 12/07/16 - Uma opção de montagem, P1 para 10K e R2 para 1k.
Uma opção interessante é substituir R3 (ver tabela - conforme alcance de tensão) por um trim-pot multi-voltas, neste utilizamos uma valor de 20k ohms, pois iremos ajustá-lo para 12K ohms, pois o alcance configurado será de 199,9V. Demais componentes seguem os valores sugeridos pelo próprio datasheet do ICL7107, R3 quando utilizado um trim-pot, deverá ter seu pio central ligado a uma de suas extremidade, para que se comporte como uma resistor fixo-variável, quando para Amperímetro não se deve montá-lo, ficando o fundo de escala para 200mV.

O trim-pot de ajuste de zero volt
, P1 é de 1K ohms, notem que na placa há furos tanto para a versão horizontal como para vertical, o que dará mais opções ao montador.
No datasheet, há outros arranjos a serem implementados a placa, a qual poderá ser soldados ponto a ponto pelo lado da solda ou do lado dos componentes, trata-se de uma upgrade a placa e cada um poderá incrementar conforme as suas necessidades, montar a placa por si só já irá funcionar perfeitamente, mas no link abaixo poderá ser encontrado os demais documentos com dicas e outros detalhes que não constam no datasheet:
Nesta página há dezenas de outras páginas, falando sobre características, encapsulamento, parâmetros e tudo que é preciso para obter o máximo deste conversor AD de baixo custo, e uma vez acertados os detalhes sobre os resistores que definem a tensão de fundo de escala e o do ajuste de zero, continuaremos nossa montagem com a inserção dos capacitores cerâmicos e dos capacitores de poliéster.

Nessa etapa também devo lembrar que no datasheet a uma passagem que diz que os componentes R2 e C2 deverão ser: R2 =47k ohms e C2 = 470n para uma tensão máxima de 200V ou R2 = 470k ohms e C2 = 47nF para uma tensão máxima de 20V.
Os capacitores tem uma tensão de trabalho de 25V para o cerâmico de 63V para os de poliéster, na verdade a tensão do capacitor, só vai implicar no seu tamanho, uma vez que quanto maior, maior será o tamanho do componente.
Para melhor aspecto e "capricho" da montagem de nosso kit, optamos pela utilização de uma soquete para o ICL7107, assim como soquetes torneados para os demais pontos de ligações, como alimentação, entrada de tensão e ponto decimal dos display de sete segmentos, aos quais ligaremos conforme nossa necessidade, isso porque iremos utilizar este módulo de nosso guia, em conjunto com uma proto-board, aonde iremos descrever mais adiante, a utilização de fontes alternativas de alimentação para o módulo e outros upgrades a placa.
E já que utilizamos um soquete pata o integrado também iremos usar um no lado das soldas para facilitar a inserção dos display.

Isso também nos facilita a soldagem dos terminais, recomendo o uso de fluxo pastoso, pois deixará trabalho de soldar bem mais prático e não acaba por queimar o soquete, o uso de soldador com ponta fina é altamente recomendado, assim como um soldador de 30W e ou uma estação de solda, pois ferramentas pesadas e ou indicadas para trabalho que exija maior potencia e temperatura, poderá danificar a placa e ou até mesmo queimar facilmente o soquete plástico.
Uma dica bacana para o soquete que irá ser soldado do lado das soldas, é utilizar soquetes torneados, uma vez que tem maior espaçamento de seu corpo plástico em relação aos terminais, como podem ver nas imagens seguintes, o aspecto final da montagem será outro se utilizados estes soquetes.
As posições dos componentes estão claramente identificadas na placa, assim como as posições dos demais componentes, uma vez que junto a placa segue um folheto com dezenas de detalhes ilustrativos de como realizar as ligações e ou utilizar valores para outros alcances de tensões.

Os display utilizados com o ICL7107, são ANODO COMUM (ligados ao +5V) e tamanho 0,56", na placa há um resistor de 470 Ohms "R6" para limitar a corrente do ponto decimal (detalhes no folheto que segue junto a placa).
Já o uso de 4 ou 3 dígitos, é conforme necessidade do usuário final, notem que somente com 3 dígitos, os mesmo são centralizados ao meio da placa, viram como é bem útil o uso do soquete, para se usar todos ou apenas três, basta destacar o primeiro dígito do soquete.
Quanto dígitos usar? Podemos dizer que se você vai utilizar um alcance de 200V (mais propriamente dito 199.9) mas que não vai utilizar acima de 100V, como por exemplo realizar leituras de tensões de 21V á 99V é só ligar o ponto do display D3 e deixar D1 fora do soquete, o que nos será indicado 99.9V.
Agora se for utilizado para uma leitura de no máximo 0V á 20V, poderemos alterar os valores de R2 e C2 conforme datasheet e detalhes comentados no inicio e ligar o ponto decimal no display D2, nesse caso iremos utilizar todos os display no soquete, formando 19.99V.
Na figura ao lado (direito) temos uma vista de perfil do volume total de nossa montagem, bem compacta e simples de ser montada, sua fixação pode ser peita através dos próprios display no painel, ou através dos furos (3 mm) nos cantos da placa.
Não aconselhamos alimentar o módulo com a própria tensão a ser lida, e ou uma única fonte para dois ou mais módulos, pois dependendo de como as placas serão ligadas no objetivo final, poderá haver retornos e curtos entre a entrada do circuito e o GND da alimentação do módulo, que são ligados internamente. A melhor opção para alimentar este módulo, é utilizar uma fonte independente e única para cada uma, isso permitirá qualquer tipo de arranjo em suas entradas, e ligações em fontes, chaveadas e ou simétricas, sem a punição de queimar os ICL7107, no folheto que acompanha a placa, ilustramos um arranjo de alguns componentes simples sob a placa, para criar uma fonte negativa e alimentar o módulo a partir de 5V simples, e sugerimos a utilização de uma pequena fonte chaveada de 5V para alimentar o módulo, uma vez que hoje conseguimos facilmente fontes de 5V, sejam elas de carregadores de aparelhos USB e ou celulares.


Uma fonte simples pode ser feita a partir do arranjo ao lado, com um par de transistores de uso geral formando um buffer de tensão e retificando posteriormente, conseguimos uma tensão negativa para o pino 26 do ICL7107, isso é possível pois podemos utilizar o gerador de Clock do próprio ICL (pino 38) esse trem de pulsos irá chavear nosso par de transistores gerando uma tensão pulsante AC através da carga e descarga do capacitor de acoplamento de 10uF.
Outros arranjos poderão ser empregados com mesmo efeito  circuito a partir de um simples LM555, um CD400, CD4049, sempre aproveitando o clock do pino 38, para o modo Amperímetro a imagem abaixo é perfeita, bastando colocar um resistor Shunt de 0,1 Ohms em paralelo, entre a entrada (+) e (-) e ligando o (-) no negativo da fonte a ser medida e a outra extremidade do shunt (+) será o novo negativo da fonte, assim quando a carga consumir corrente, aparecerá um diferencial de tensão positiva na entrada (+) do ICL correspondente ao consumo da carga.
Ajustes do ICL7107:  
Ao lado temos a parte do circuito que mostra o trimpot de ajuste da tensão de referencia, esse valor deverá ser ajustado em 100mV (0,1V) o Trimpot de ajuste fundo de escala para 2 Volts (1.999).
Ajustes:
No trimpot de zero, para que no pino 36 tenha aproximadamente
100mV, (se não alcançar essa tensão, aumente o valor do trimpot para 5K ou 10K)
essa medição é feita com a ponteira do multímetro preta (-) no
pino 35 ou o negativo da entrada do voltímetro, ponteira preta do multímetro, e a ponteira vermelha no (+) no pino 36 ou o pino central do trimpot.
Exemplo de fundo de escala de 200V, ajustar o fundo de escala no trimpot de entrada, 12K (este valor é para um fundo de escala máximo de 200V, o valor dessa tensão de referencia será algo entorno de 1,2V no pino 36.

O jumper de ponto deverá ficar no display D3.

O melhor modo de ajuste é ligar ligar a tensão máxima que se pretende ler (fundo de escala) à entrada do módulo, com um auxilio de um multímetro visualizar esta tensão e ajustar o trimpot de referencia do módulo para que no display seja indicado o mesmo valor do que o lido pelo multímetro, desse modo o AD do ICL7107 converterá todos os valores dentro desta faixa de tensão com referencia ao valor de tensão ajustado no trimpot do pino 36.

Recomendações para o ajuste:
- Não tocar com a mão nua na placa durante o ajuste.
- Não aproximar a mão e ou grandes partes metálicas proximo do
oscilador interno e o converssor AD do ICL ( pino 28 ao 40)
- Não manusear a placa sob ajuste próximo de luz fluorescente e ou
lâmpada eletrônica.
Sobre a oscilação do display D4, em alguns caso aonde for utilizar
apenas para uma leitura de 20V, descartar o último display e ajustar
o fundo de escala para que fique 19.9V (display D1, D2 e D3)
Para fundo de escala até 20V recomenda-se trocar os valores de C2
e R2 para melhorar a resolução do AD, ficando:
> Escala de 20V > R5 = 470K e C3 = 47nF
> Escala de 200V > R5 = 47K e C3 = 470nF
Somente CI da Intersil Originais, são estáveis os 4 dígitos, versões
paralelas e ou de outros fabricantes como a WINGSHING não são bons
quando se vai utilizar os 4 display.
Nota-se uma considerável melhora na estabilidade dos dígitos quando se utiliza uma fonte de alimentação acima de 200mA.

Abaixo algumas imagens da minha primeira fonte de bancada, fotos de 2000 e guaraná com rolha! (baixa resolução)

A parte dos voltímetros e amperímetros, note que os componentes da fonte de -5V foram soldados do lado da solda.

Cada módulos funciona apenas com +5V cada um com sua fonte isolada.

Os display foram ligados através de fios AWG 29, loucura mais funciona, feitos os chicotes de fios foram colocados dentro de um tubo termo retrátil , ficando fácil de ajeitar os display no painel e ocupando menos espaço.

A fonte dos módulos é composta de 4 canais isolados com um regulador de 5V LM7805, como vão trabalhar com uma corrente baixa, algo entorno de 100mA, não precisão de dissipadores.

A solução para as fontes dos módulos foi feita em cima do próprio transformador da fonte, foi removida as chapas do transformador e enrolados 4 secundários de 3 fios número 32 AWG, não lembro quantas voltas foram dadas, mas usei a técnica de passar uma volta de fio apenas com o trafo montado e medir a tensão que tinha em uma espira e multiplica e dividir a tensão desejada pela tensão encontrada para saber a quantidade de voltas, creio que para 7,5V AC deva-se enrolar 5 voltas de fio.


Assim foi criado as 4 fontes de 5V isoladas entre si, utilizando o mesmo transformador, essa fonte  me acompanha desde 2002.


Não é perfeita, pois para a época era o que se tinha em mãos, tanto de material como de bagagem técnica, mas me supriu durante todos estes anos na bancada, em breve vou trocar todo seu miolo pelas placas de 0V á 50V com LM723 e uma fonte chaveada dupla isolada tornado -a uma fonte simétrica de 0 á 50V por 5A.